Não se é professor por acaso!
O que temos de mais sagrado em
nossas vidas? Nossa família, nosso berço. Infeliz daquele que dispensou, por
motivos outros e fúteis, a alavanca e o alicerce que o regaço familiar nos
oferece, sem nada cobrar, somente nos fornecendo bases sólidas para enfrentar o
mundo. E esta, que é a maior e a mais importante célula da sociedade, somente
conta com um profissional que tem a legitimidade e a dignidade suficientes para
complementar e enriquecer a tarefa árdua de educar: o professor.
Dá pra imaginar o tamanho desta
responsabilidade? Este professor tem que se misturar à educação fornecida pelos
pais e por toda a família de seu aluno, que possuem uma história de gerações
passadas, com características individuais e diversas. Esta responsabilidade não
é esforço a mais para ele porque ele exerce sua profissão com entrega total, e
os pesos se tornam diminutos diante da vocação. Saibamos todos, principalmente
os professores iniciantes, que se o trabalho em qualquer área se tornar um
fardo, urgirá a revisão de nossa vida, para que diretrizes sejam repensadas.
Muito mais isto é válido para um professor.
